Como atrair clientes para seu site

Como atrair clientes para seu site

Nesse artigo, o pessoal da Outbound Marketing mostra como atrair cliente para seu site?

Então você gastou horas e horas desenvolvendo seu site, investiu em programadores e designers, comprou um domínio e contratou uma boa hospedagem. Agora é só esperar os clientes aparecerem, certo?

Errado! Nem mesmo a Amazon, um dos maiores ecommerces do mundo, espera vender apenas por estar no ar.

A empresa está sempre apostando em ações de marketing para atrair novos clientes e fazer os antigos comprarem mais.

E, se você quer ser tão bem sucedido quanto a Amazon (tá bom, pelo menos uns 2% do sucesso dela), precisa investir em prospecção de clientes!

Prospecção é o processo de busca por novos clientes. Existem duas maneiras de prospectar: Inbound e Outbound Marketing.

No Inbound, você cria mecanismos de atração de clientes. Esse artigo, por exemplo, atraiu você para o blog da SECNET.

Já no Outbound, você vai atrás de potenciais clientes ligando, mandando emails ou direcionando anúncios. Um post patrocinado do Facebook, por exemplo.

Não ficou muito claro? Sem problemas!

Nesse texto, vou te dar algumas dicas de Inbound e Outbound Marketing para gerar mais clientes para seu negócio. Você está preparado?

Como atrair clientes para seu site - passo 1

O básico do básico

Para quem tem um site, investir em marketing não é um extra – é uma obrigação!

Por isso, vou começar as dicas pelo que você já deveria estar fazendo, se ainda não faz.

1 – Marketing de Conteúdo

Uma das melhores maneiras de gerar clientes atualmente é fazendo Marketing de Conteúdo. Ou seja, criando e distribuindo conteúdo relevante para seu público.

Não é à toa que a maioria das empresas tem um blog. Ele é uma ótima ferramenta de atração, já que você prepara seu público automaticamente para comprar!

Como? Um potencial cliente (prospect) chega ao seu blog e, por meio de alguns textos, percebe “sozinho” que tem um problema e que você pode ajudá-lo. Mas isso só acontece se seu conteúdo for realmente relevante.

A definição de um conteúdo relevante é um conteúdo que resolve um problema. E você só consegue resolver um problema se conhecer seu público profundamente por meio da construção de uma persona – a personificação do seu cliente ideal.

Conhecendo sua persona, você sabe quais dúvidas ela tem, porque essas dúvidas a incomodam, como esclarecê-las de modo que a pessoa entenda com facilidade e possa aplicar no seu dia-a-dia.

Por exemplo, a Farm sabe que seu público são mulheres jovens, independentes e que gostam de se vestir com delicadeza. Por isso, cria editoriais de moda ensinando como combinar um casaco florido com outras peças mais sérias ou como usar uma roupa de festa no trabalho.

Converse com seus clientes e descubra quais são suas maiores dúvidas e que tipo de conteúdo resolveria esses problemas.

Aproveite também para fazer parcerias e lançar conteúdo com empresas que tenham a mesma persona. Assim, vocês aumentam o alcance das suas ações e uma ajuda no branding da outra.

2 – SEO

Search Engine Optimization (SEO) é a otimização do seu site para aparecer nos mecanismos de busca, como o Google e o Bing.

Como você já deve ter ouvido falar, os mecanismos de busca são guiados por algoritmos que definem o que será mostrado ao usuário.

Segundo os dados de uma pesquisa realizada pela Advanced Web Ranking, 30% dos usuários que fazem uma pesquisa no Google clicam no primeiro resultado.

O segundo resultado recebe 18% do tráfego e, a partir daí, o número de cliques só tende a cair, chegando a menos de 2% para o décimo colocado.

O que esses números querem dizer? Que você deve se especializar em SEO simplesmente porque você estar bem ranqueado pelos mecanismos de busca é boa parte do caminho para vender mais.

Por isso, faça um estudo profundo de SEO, começando por definir quais palavras-chave são mais interessantes para seu negócio, pois elas irão ajudá-lo na caminhada até a primeira página.

A grande sacada aqui é: se seu mercado é muito competitivo e já existem vários concorrentes, aposte em palavras-chave long tail (cauda longa).

Palavras-chave long tail são aquelas pequenas frases que as pessoas procuram, como “como fazer tal coisa”, “o que significa essa palavra”. Elas são interessantes porque orientam uma busca mais direcionada

Por exemplo: se você vende tênis, o primeiro instinto seria usar tênis como palavra-chave, certo?

Mas a realidade é que o mercado de calçados é super competitivo e você não vai conseguir ranquear sem ser mais específico.

Então, convém apostar em palavras-chave long tail como “qual o melhor tênis para corrida”, “como escolher um par de tênis para crianças”.

Leve esse exemplo para o seu mercado e descubra como seus clientes pesquisam, pois usando os termos que eles utilizam você tem mais chance de seu conteúdo ser considerado relevante.

Claro que usar a palavra-chave não é o único requisito do Google. Você também precisa ter um conteúdo bastante rico, com imagens, vídeos, hospedado em um site responsivo, entre outros. Mas, como estamos falando do básico, tudo começa pela palavra-chave.

3 – CRO

CRO (Conversion Rate Optimization) é a otimização da taxa de conversão. Ou seja, implementar melhorias no seu site para que cada vez mais usuários realizem determinada ação característica de mudança de estágio, como baixar um material ou colocar algo no carrinho.

O caminho para uma boa CRO é o teste. Implemente pequenas mudanças e observe os resultados, veja se essa modificação impactou no número de conversões.

Às vezes, uma simples mudança na cor de um botão pode garantir ótimos resultados!

Mas lembre-se: a experiência do usuário sempre vem em primeiro lugar. Não faça nenhuma mudança que dificulte a navegação, seja difícil de entender ou deixe seu site pesado.

Afinal, não adianta nada atrair as pessoas para um site que as espanta. Isso só vai aumentar sua taxa de rejeição, concorda?

Dando aquele up na estratégia

Agora que você já sabe fazer o mínimo, vou te ensinar a dar um passo adiante na sua estratégia de prospecção.

Lembra que eu falei no começo desse texto sobre prospecção de clientes em Inbound e em Outbound Marketing?

As estratégias que contei no tópico anterior são estratégias características do Inbound Marketing. Mas nem só do Inbound vem os clientes, certo?

Alinhar Inbound e Outbound é o melhor caminho para conseguir os melhores resultados, e agora vou te contar como.

4 – Remarketing

Sabe quando você visita a página de um produto – um tênis, por exemplo – e, logo em seguida, vê um anúncio do mesmo tênis no Facebook? Parece que o mundo está conspirando para você comprar, não é mesmo?

A intenção é essa, mas não se trata de nenhuma conspiração. O nome disso é remarketing e ele serve para impactar visitantes que já tiveram contato com o seu site mas, por algum motivo, não fecharam a compra.

Segundo o Google Adwords, uma das principais ferramentas de remarketing do mercado, 97% dos visitantes de um ecommerce não convertem na primeira visita ao site.

Isso não significa que você deve desistir desse visitante, pelo contrário! Significa que ele é alguém que já demonstrou interesse no produto e só precisa de um empurrãozinho na forma de um anúncio.

O que ferramentas como o Google Adwords fazem, basicamente, é inserir esses anúncios nos sites que o usuário visitar após o seu por meio de cookies.

Dessa forma, você reforça a mensagem de compra e, por consequência, aumenta sua taxa de conversão.

5 – Ads

Ads vem de Advertising – propaganda em inglês – e são os anúncios pagos na internet em geral.

Com as mudanças de algoritmo do Facebook, por exemplo, está cada dia mais difícil conseguir um bom alcance orgânico.

Mas esse é um dos melhores canais para conseguir clientes, e você não pode desistir da rede do Mark Zuckerberg tão facilmente.

A saída é investir em Facebook Ads, patrocinando suas postagens mais relevantes e com maior taxa de conversão, para garantir que seus seguidores irão vê-las.

Hoje em dia, qualquer empresa com 100 reais em caixa consegue fazer uma campanha legal de Ads, basta segmentar bem o público utilizando as informações que você já tem sobre sua persona.

Mas essa lógica não se aplica apenas às redes sociais. Se você tem um concorrente bem colocado no Google e precisa de uma reação rápida, pode investir em anúncios do próprio Google e garantir sua presença na primeira página.

Porém, fique atento: os resultados de Ads duram o mesmo tempo que os anúncios. Por isso, é fundamental alinhar uma estratégia de mídia paga à uma orgânica.

Faça análises de SEO sempre e campanhas de Google Adwords ocasionalmente, use o Facebook Ads para divulgar suas ações de Marketing de Conteúdo mais legais, e vá colhendo os resultados de uma boa estratégia conjunta.

Prospectando like a boss!

Essa última dica é especial para quem já faz todas as outras e quer conseguir ainda mais resultados. O caminho para isso é o Outbound Marketing.

Eu gosto muito de usar uma metáfora de oceano para explicar quando é mais vantajoso fazer Outbound e vou usá-la agora.

Veja bem, se você está em um mercado com poucos competidores e bastante espaço para atuar, você está num oceano azul.

Num oceano azul, conseguir bons resultados fazendo apenas Inbound (Marketing de Conteúdo, SEO, CRO) é relativamente fácil, já que você não terá que disputar muitas palavras-chave ou a atenção do prospect.

Agora, se o seu mercado está saturado e a concorrência é grande, você está em um oceano vermelho.

Nesses casos é que o Outbound se mostra a melhor estratégia, pois gera resultados rápidos em meio à toda competição.

Nesse artigo já expliquei que Outbound é a forma de prospecção ativa e dei alguns exemplos de anúncios.

Mas existe uma forma de prospecção ativa ainda mais direcionada e certeira, feita por meio da segmentação do processo de vendas.

Funciona da seguinte maneira:

  • A Inteligência Comercial define uma Buyer Persona de Outbound;
  • Em seguida, a IC encontra pessoas que se encaixam nesse perfil (smart leads);
  • Os smart leads são passados para o time de vendas;
  • Os hunters, vendedores responsáveis pelo primeiro contato, focam em ganhar a confiança do potencial cliente e qualificá-lo para a compra.
  • Os closers, vendedores responsáveis pelo aperto de mão final, fazem a venda.

Essa estratégia de prospecção ativa sem dúvida é a que traz mais resultados!

É só pensar comigo: ter um vendedor que é responsável por todo o processo de venda, da prospecção à assinatura de contrato, vai deixar esse colaborador sobrecarregado.

Além do que, é praticamente impossível ele ser bom em todas as etapas do processo, o que significa que ele pode falhar em alguma e perder o cliente.

Segmentando, você consegue um time de especialistas e, por consequência, vender mais e melhor.

Mas o custo de manter um time focado em prospecção pode ser alto, por isso, essa estratégia é indicada apenas para empresas que tem um ticket-médio alto e vendas complexas, entendido?

Você pode usar seu blog para mostrar ao cliente contatado por um hunter que você é autoridade no assunto, por exemplo. Bem legal, não?

Bom, espero que esse conteúdo tenha ajudado você. Abraço!

*Conteúdo escrito pela Bruna Moreira, Content Manager da Outbound Marketing e Marketing Analyst do Reev.

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